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Montadoras de automóveis anunciam férias coletivas como estratégia econômica

Montadoras de automóveis anunciam férias coletivas como estratégia econômica

Paralisação. Para driblar as dificuldades do setor automobilístico as montadoras Renault e Volkswagen adotaram medidas de emergência para reduzir produção e liberar o estoque para venda.

Um ano para esquecer. 2014 será o pior ano para o setor automobilístico nos últimos 16 anos, se a projeção da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), de redução de 10% na produção for confirmada. Com uma queda de 7,3%, a venda de carros e veículos comerciais leve também teve o pior semestre dos três últimos anos.

Para tentar minimizar os impactos negativos do setor, as montadoras instaladas no Paraná, Renault e Volkswagen, deram férias coletivas para os funcionários, montaram um cronograma para paralisação da produção e adotaram o layoff, medida que suspende o contrato de trabalho temporariamente por um período máximo de cinco meses. Neste tempo o funcionário recebe o seguro desemprego do governo, mais a complementação do salário por parte da empresa. De janeiro a setembro, foram registrados 14 mil pedidos de layoff, sendo 34,4% do setor automotivo, as informações são do Ministério do Trabalho.

Quase 50% dos 6,5 mil funcionários da Renault estarão de férias coletivas entre os dias 13 e 22 de novembro. A diretoria de comunicação da empresa explicou que a medida tem como objetivo adequar os volumes de produção devido à queda do mercado interno e, principalmente, à queda nas exportações para a Argentina. Até 2013, 25% da produção da fábrica no Paraná tinha como destino a Argentina.

Alta do IPI é adiada

Com a crise nas montadoras instalada, o governo adiou para o ano que vem a alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos novos. O acordo foi fechado com o compromisso, por parte das montadores, em manter o nível de emprego.

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